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Estudo da adaptação da virada olímpica do nado de crawl aplicada ao nado borboleta

Versão impressa original em: Sobrinho A. Nado borboleta: Uma Nova virada. Nadar Rev Bras Esp Aquat 1997; 113:8-10

Virada do nado borboleta

Autores

  • Aírton Sobrinho do Nascimento UFRJ

Palavras-chave:

Nado Borboleta, Virada Olímpica, Regras, FINA

Resumo

Este estudo tem como objetivo principal verificar a aplicação, em termos de de rapidez, da virada olímpica de crawl, adaptada ao nado borboleta. As regras da natação necessitariam sofrer modificações se abalizadas por estudos que comprovassem tais necessidades. O regulamento relativo ao nado borboleta é muito rígido, inibindo a ação de movimentos mais eficazes e, por consequência, impedindo melhores resultados.

A amostra investigada a bem do objetivo proposto, compõe-se de 20 (vinte) nadadores de ambos os sexos, de bom nível técnico, pertecentes à categoria infanto juvenil estadual (na faixa etária de 14 a 17 anos). Os dados computados referem-se ao tempo de entrada e saída das viradas no "espaço de natação experimental", compreendido pela distância total de 4 metros. Inicia-se na linha de cruzamento da raia prosseguindo até a parede da piscina, na cabeceira de virada, e retorno ao ponto inicial. Estes atletas praticaram o nado borboleta com as duas formas de virada e, após o período de treinamento (3 meses), submeteram-se a um teste de velocidade neste nado, igualando-se a quantidade de repetições com as duas formas de virada. A virada olímpica apresentou um resultado melhor do que a da forma tradicional, com elevada significância estatística. Corrobrou, pois, as análises biomecânicas, na afirmação de que a referida adaptação da virada olímpica, referente ao nado borboleta, compreende uma minimização do tempo na conversão do sentido, comparativamente à virada tradicional.

Biografia do Autor

Aírton Sobrinho do Nascimento, UFRJ

Graduado em Educação Física pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro no ano de 1981 . Mestrado em Ciência da Motricidade Humana pela Universidade Castelo Branco 1997. Pós-Graduado em Ciência e Técnica da Natação pela Universidade Castelo Branco 1983. Pós-Graduado em Ciências da Performance Humana e formação de Pesquisador, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro 1983.

Referências

Counsilman J. The new science of swimming. New Jersey: Prentice-Hall; 1994.

HAY, J G. Biomecânica das técnicas desportivas. Rio de Janeiro: Interamericana, 1981.

Maglischo E W. Swimming faster. Mountain View: Mayfield Publishing Company; 1982.

Sandino A A. Natación Deportiva. Madri: Imprenta Tutor; 1968.

Publicado

2022-01-26

Como Citar

1.
Sobrinho do Nascimento A. Estudo da adaptação da virada olímpica do nado de crawl aplicada ao nado borboleta: Versão impressa original em: Sobrinho A. Nado borboleta: Uma Nova virada. Nadar Rev Bras Esp Aquat 1997; 113:8-10. Nadar! Swim Mag [Internet]. 26º de janeiro de 2022 [citado 24º de maio de 2024];1(164). Disponível em: https://revistanadar.com.br/index.php/Swimming-Magazine/article/view/11

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